Fórum lança documento e boletim sobre biofortificação
O documento e pioneiro traz uma análise crítica sobre a manipulação de plantas para aumentar micronutrientes
O documento e pioneiro traz uma análise crítica sobre a manipulação de plantas para aumentar micronutrientes
Documento classifica como grave os retrocessos e ameaças às conquistas sociais do atual governo de Michael Temer
Fórum apresenta estratégias de comunicação e mobilização na Semana Mundial da Alimentação
O Instituto de Nutrição Josué de Castro na UFRJ celebra os 70 anos de sua fundação com homenagem
Em meio à greve na UERJ, ativistas e pensadores do direito à alimentação analisam a crise brasileira e convocam à resistência
O manifesto aponta a agricultura familiar como estratégica para garantir a soberania e segurança alimentar
“Avanços sim, retrocessos não” foi elaborado durante seminário sobre políticas públicas e participação social
Em 2015, o Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (FBSSAN) iniciou a campanha Comida é Patrimônio nas redes sociais. No decorrer do ano, desdobrou-se em oficinas criativas e uma exposição itinerante, com passagens pelo Rio de Janeiro, Brasília e Buenos Aires, na Argentina. Para comunicar a ideia de que a alimentação é um bem comum a ser preservado – pela agrobiodiversidade, sociabilidade, pelo saber-fazer culinário e pelas representações simbólicas – a campanha foi desenvolvida em quatro eixos: comida é bem material e imaterial; comida é afeto, identidade e memória; comida é diálogo de saberes; e modos de viver, produzir e comer (link dos artigos). Para cada eixo, apresentamos um artigo que, junto com os pensamentos-pimenta, tem a proposta de engajar pessoas para pensar sobre os sistemas alimentares tradicionais, enraizados nas culturas e nos saberes de povos e comunidades. Neste quarto e último artigo da campanha trataremos o eixo modos de viver, produzir e comer. De acordo com a carta política do FBSSAN, é urgente enfrentar as contradições brasileiras no campo …
Entre os dias 21 e 22 de novembro, representantes de movimentos sociais América Latina se reuniram em Buenos Aires para o seminário Avanços e Desafios das Políticas Públicas da região do Mercosul – a importância da participação dos movimentos sociais na construção do seu sentido emancipatório. O evento é organizado pelo Programa Mercosul Social e Solidário (PMSS), que reúne 16 organizações da sociedade civil da Argpolentina, Chile, Paraguai e Uruguai. O Brasil é representado pelo Centro de Ação Comunitária (CEDAC), integrante da coordenação regional do programa. À frente do CEDAC está Rosa Maria Alvarenga, também presidente do Conselho Segurança Alimentar e Nutricional do Estado do Rio de Janeiro (Consea-RJ). O Mercosul Social e Solidário foi criado em 2004, tendo como objetivo a integração social regional. Assim, busca valorizar e sistematizar a contribuição das organizações e movimentos sociais, que lutam para favorecer processos democráticos em relação aos direitos econômicos, sociais, políticos e culturais. O programa atua em quatro eixos: juventude, mulheres, soberania alimentar e economia solidária. O Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional …
A quinta Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CNSAN) terminou nesta sexta-feira, dia 06, com a leitura da carta política “Comida de verdade no campo e na cidade: por direitos e soberania alimentar”. O documento foi construído com a participação de 1.300 delegadas e delegados de todas as partes do Brasil, além de 400 convidados nacionais e internacionais. De acordo com a carta, a comida de verdade é a salvaguarda da vida e do planeta, é saúde, justiça socioambiental e direito humano. Começa com o aleitamento materno e deve ser assegurada em todo o ciclo de vida. Dentre as reinvindicações está a reafirmação da necessidade de democratizar o acesso à terra e à água, por intermédio da garantia da função social da terra e da instituição do limite da propriedade privada. O grupo demanda a implementação ampla e efetiva da política de reforma agrária. Outros pontos apontados na carta é a ampliação das políticas de fortalecimento da sociobiodiversidade e agroecologia; e a instituição de uma política soberana de abastecimento alimentar, com democratização dos sistemas de …